terça-feira, 5 de dezembro de 2017

A armadura de Deus



Efésios 6.10‭-‬18 (ARA):‬

Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça.  Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos

Ao escrever sobre a batalha espiritual que enfrentamos o apóstolo Paulo compara os recursos do cristão ao equipamento do soldado romano pronto para o conflito. Se quisermos ter sucesso na batalha espiritual precisamos contar com os recursos que Deus nos proporciona. No Manual Bíblico Unger, lemos que “'Tomai toda a armadura' enfatiza a responsabilidade dessa atitude, 13. Isso o cristão precisa fazer se pretende combater com eficácia.” (p. 554).

A armadura de Deus é constituída das seguintes partes: (1) O cinto da verdade, (2) a couraça da justiça, (3) pés calçados com a preparação do Evangelho da Paz, (4) o capacete da salvação, (5) Escudo da Fé e (6) a Espada do Espírito, a palavra de Deus.

(1) O cinto permitia uma rápida movimentação do soldado, mantendo unida a sua armadura. O cinto da verdade nos protege do pai da mentira, ao nos manter longe do erro.

(2) A couraça era uma peça da armadura que protegia o coração e outros órgãos vitais do guerreiro. De maneira semelhante, somos revestidos pela justiça de Cristo, de modo que podemos estar certos de que “Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8.1).

(3) Os calçados eram úteis para dar ao soldado estabilidade e protegê-lo de obstáculos do terreno. Se quisermos avançar na batalha contra o inimigo, precisamos estar firmados no evangelho do Senhor Jesus Cristo.

(4) O capacete protege a cabeça e a face, partes tão importantes na batalha. O crente revestido pela salvação tem seus pensamentos - sua mente - protegidos. Sendo a cabeça quem comanda todo o corpo, toda a conduta do crente condiz com a atitude de quem é salvo em Jesus.

(5) O Escudo Romano era revestido de couro ou de uma peça metálica. Isso protegia os soldados de lanças, flechas, dardos ou qualquer projétil inflamável lançado pelo inimigo. Inúmeras são as lanças e flechas que o inimigo de nossas almas lança contra nós diariamente. Saiba que a nossa fé em Cristo e em sua Palavra é como um escudo que nos protege dos ataques traiçoeiros do diabo. Quando a tentação se levanta contra nós, somos protegidos quando colocamos nossa fé nas promessas de Cristo e afirmamos: “As promessas de Cristo são mais verdadeiras do que as promessas do pecado”.

(6)   A última parte da armadura é também a única arma de ataque: a espada. E a nossa arma é a Palavra de Deus. O apóstolo Paulo disse que as nossas armas não são carnais, mas poderosas em Deus para destruir fortalezas (2 Co 10.4). A palavra de Deus vence toda a falsa ideia, toda falsa ideologia que se levanta contra o conhecimento de Deus (v. 5). E ela está ao nosso alcance. Que possamos valorizar essa Palavra: lendo, crendo e obedecendo.

Para concluir o tópico, o apóstolo Paulo nos fala da oração. O guerreiro não pode ir sem forças para a batalha. E é através da oração que o crente recebe o poder de Deus. É verdade o que ouvimos dizer: “ pouca oração, pouco poder; muita oração, muito poder; nenhuma oração, nenhum poder”. Quer ser um soldado cheio de poder na batalha? Ore, ore e ore. Constantemente.

Vista-se de toda a armadura de Deus, ore em todo tempo e a vitória será certa, pois maior é o que está em nós do que o que está no mundo (1 Jo 4.4).

Marco Antonio da Silva Filho

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Algumas obras e sites que consultei:

Livros:

Manual Bíblico Unger

Bíblia de Estudo da Reforma

Site:

O que é a Armadura de Deus - Got Questions?

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Gostaria de saber como ser um péssimo cristão?



Acabo de ler o livro "Os 77 hábitos de cristãos altamente ineficazes". Chris Fabry, de um jeito irônico e divertido, apresenta hábitos que "nos ensinam a ser péssimos cristãos".

O estilo do livro é muito legal porque às vezes estamos cultivando maus hábitos e não percebemos. Esse modo de escrever nos faz ver as coisas por um novo ângulo. O ponto de vista de alguém que realmente estaria buscando ser um péssimo cristão.

Aqui está um pouco do primeiro hábito:

#1 Divida sua vida em duas partes

Os cristãos ineficazes veem a espiritualidade como algo feito em dias e momentos específicos.  O restante de sua existência não é afetado pela esfera espiritual. Se você estiver falando de fé no trabalho, memorizando as Escrituras ou pensando em temas espirituais sem ser em momentos religiosos, você não está sendo ineficaz. É aceitável orar (em silêncio, claro) acerca de grandes decisões no trabalho, aumento do salário ou dificuldades de se relacionar, mas evite trazer coisas pequenas em sua oração. Isso faria você acreditar que Deus se interessa em todos os aspectos da sua vida. Mas para ser ineficaz, mantenha Deus à distancia da totalidade de sua vida.

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A melhor coisa é que, se quisermos ser mais eficazes em nossa vida espiritual e caminhada com Cristo, basta pegar o que o livro diz e fazer tudo ao contrário! Uma boa leitura! Creio que ainda não temos uma tradução em português, mas para quem lê em inglês vale a pena.

Marco Antonio da Silva Filho

sábado, 18 de novembro de 2017

Samuel foi realmente invocado dos mortos? Uma breve resposta



Quando lemos 1 Samuel 28, temos a impressão de que o profeta Samuel teria de fato sido chamado dos mortos e falado com Saul. Entretanto, entendemos que não foi o que aconteceu.

Seguem três razões porque não era Samuel aquele que foi invocado pela médium:

1. Saul havia se rebelado contra Deus; e Deus não estava lhe respondendo. A passagem bíblica cita pelo menos três meios legítimos de Deus se comunicar com os homens naqueles tempos: sonhos, Urim e profetas (1 Sm 28.6). Deus não respondia Saul por nenhum destes. Por que ele iria responder por meio de uma prática que ele havia proibido, a necromancia? Deus não respondeu a Saul.

2. Em Deuteronômio 18.9-12 Deus proíbe práticas de adivinhação e invocação dos mortos. Não faz sentido pensar que Deus proibiria essas práticas e depois falaria através delas. Não é possível que os mortos se comuniquem com os vivos. É provável que na verdade espíritos malignos se apresentem falsamente como pessoas já mortas.

3. As profecias do falso Samuel não resistem a um exame crítico. Elas são ambíguas e imprecisas. Veja bem:

a. Saul não foi entregue nas mãos dos filisteus (28.12). Ele se suicidou e foi parar nas mãos dos homens de Jabes-Gileade (31.4, 11-13). Ele apenas “passou” pela mão dos filisteus.

b. Não morreram todos os filhos de Saul (28.19). Pelo menos três filhos ficaram vivos (2 Sm 2.8-10; 21.8) e três morreram (1 Sm 31.2,6; 1 Cr 10.2, 6).

c. Saul não morreu no dia seguinte. Passaram-se cerca de 18 dias, conforme vemos no Capítulo 30 de 1 Samuel.

d. Saul não foi para o mesmo lugar de Samuel (28.19). Conforme vemos em Lucas 16, o salvo ia para o seio de Abraão e o ímpio para um lugar de tormento. Logo não estariam juntos.

Creio que essas são três boas razões para rejeitar a ideia de que Samuel teria voltado dos mortos naquele momento.

Marco Antonio da Silva Filho

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Recomendo o comentário da Bíblia Shedd sobre essa passagem bíblica. Você pode adquiri-la aqui: Bíblia Shedd

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Confira outras dúvidas bíblicas:

O que significa INRI? Foi isso mesmo que escreveram?

O uso do véu em 1 Coríntios 11

terça-feira, 14 de novembro de 2017

O crescimento de uma Biblioteca

Comecei a ter meu próprio dinheiro em 2010, no ensino médio; era monitor do laboratório de informática. A partir daí comecei a comprar livros. A maioria deles de teologia, principalmente da área de apologética.

Tenho uma foto de 2011, uma pequenina coleção que tinha alguns livros ainda do meu pai.



Em 2013, a quantidade já era bem maior e eles ganharam uma estante. Mas ficavam "deitados".



Em 2014, fiz um "arranjo" na lateral da estante e consegui deixar eles "em pé".



Em 2015, já não cabiam mais na estante, tinha que deixar na mesa da cozinha, o que incomodava muito minha mãe 😅. E a estante não era muito boa e ficava ameaçando cair, não importa o quanto apertasse os parafusos kkk



As coisas ficaram ainda melhores em 2016, mudei de casa e de estante. Ficaram bem mais arrumadinhos.



Finalmente, em 2017, "feirões", "black friday" e promoções fizeram a estante ficar bem mais cheinha...



No momento, não estou podendo comprar mais nada, mas quando olho pra estante, vejo um fruto desses anos de monitoria, estágio, emprego, bolsa....  vejo que fiz um bom investimento. É uma imensa riqueza o que a leitura pode nos proporcionar.

Às vezes sinto falta de uma fonte sobre determinados temas, mas é assim mesmo. Ainda tenho muito para ler. Com o que tenho ainda irei fazer muitas descobertas e aprender muito. Graças a Deus por tudo isso! Que Ele me ajude a abençoar meu próximo com as bênçãos que Ele tem me proporcionado.

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Uma boa opção para comprar livros é a Amazon, aproveitem a promoção da Black Friday: Cristianismo - Livros
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sexta-feira, 7 de abril de 2017

Chegou o tempo de calar?


Para tudo há uma ocasião certa (Ec 3.1), até mesmo para calar (v. 7).

Nesse texto, destinado principalmente aos jovens, gostaria de destacar um momento ou fase em que precisamos nos calar. Essa fase vem quando começamos nossa jornada no conhecimento teológico, quando estamos fascinados com a beleza da doutrina cristã. E não falo de uma má doutrina, mas de uma sã doutrina, mesmo.

Quando somos movidos pela vaidade

Nessa etapa inicial de nosso crescimento do conhecimento das verdades bíblicas somos facilmente tentados pela vaidade  e frequentemente cedemos. Por que isso acontece? "O principal motivo disso é que em nós, seres humanos, verdade e amor raramente andam juntos" [1], afirmou Helmut Thielicke (1908-1986) em uma aula inaugural para seus alunos de teologia.

Eu sei, os outros não sabem. Eu conheço, os outros não conhecem. Esse é o pensamento que pode predominar em nosso íntimo, se insistirmos em ser treinados na verdade mas não no amor. Isso gerará um orgulho, um senso de superioridade, que nos fará olhar com desprezo para aqueles que não possuem o conhecimento que possuímos. Quando isso ocorre, começamos a nos envolver em discussões e debates simplesmente pelo prazer de derrotar o oponente e exibir nosso conhecimento "altamente superior". Talvez aquele com quem conversamos nem queira um debate, mas transformamos a conversa em um, porque estamos sendo movidos pela vaidade. E nossa à vaidade chamaremos encantadoramente de "zelo pela verdade de Deus".

Joshua Harris conta sobre o que viveu quando passou por essa fase:
...meu coração não estava se alimentando somente da verdade; ele também se alimentava de um senso de superioridade. Eu não tinha somente a verdade. Tinha a verdade que faltava a outras pessoas. Não estava somente olhando para o alto e contemplando a glória de Deus. Estava olhando para baixo com desprezo pelos outros. [2]
Sem percebermos, estamos agindo como o fariseu da parábola de Lucas 18.9-14, estamos orando semelhante a ele: sentimo-nos melhores por ser e possuir o que o outro não é e nem possui. Talvez nossa oração soasse como algo parecido com: "Graças te dou porque não sou ignorante como os outros homens, pois eles não conhecem os credos, os catecismos... nem mesmo sabem usar as ferramentas hermenêuticas. Muitos deles vivem apenas de assistir pregações rasas de seus pastores despreparados. Porém tu me agraciaste com o melhor da teologia e me livraste das falsas ideias que muitos desses hereges têm abraçado....".

Thielicke aponta a gravidade dessa atitude ao nomeá-la como uma doença espiritual  a patologia dos teólogos  que pode atingir não apenas os jovens teólogos, mas até mesmo aqueles que já foram ordenados pastores [3]. É muito grave porque o amor está ausente, quando sabemos que a verdade teológica envolve o amor de Deus. E o amor contraria o orgulho, contraria a atitude de possuir, pois o amor é altruísta, o amor abre mão, o amor dá.

Se formos acometidos pela patologia dos teólogos, é prudente calarmos. Ao falar, vamos ferir; ao ganhar a discussão, vamos perder o nosso próximo. "Como porta-vozes de Cristo, nosso objetivo é atingir o coração", disse Dallas Willard [4]. Se o nosso objetivo é apenas ganhar a discussão, não ganharemos o coração. Não estaremos cumprindo nosso objetivo como porta-vozes do Senhor Jesus.

Esse calar não seria simplesmente parar de falar de Cristo ou parar de evangelizar. Não é isso. Esse calar que proponho significa reconhecer que podemos não estar prontos para entrar em determinadas discussões. Significa também reconhecer que há discussões que não valem a pena serem iniciadas. Calar-se pode ser até mesmo deixar de usar conceitos e termos teológicos quando eles não são necessários. 

Entretanto, calar-se não é suficiente: é necessário ser tratado. Seguir as prescrições do Senhor resultará em um coração que transborda seu amor e humildade. Harris conta que seu tratamento não foi fácil:
...Deus corrigiu minha atitude pacientemente. Hebreus 12.5-11 diz que Deus, nosso Pai, nos disciplina porque nos ama. Ele envia circunstâncias, até mesmo a dor à nossa vida para tirar de nossas mãos "tudo que nos impede de prosseguir" e o "pecado que nos assedia" (Hb 12.1). Eu era arrogante e me sentia superior. Achava que minha verdade e minhas práticas eram melhores do que as de outras pessoas. E Deus usou algumas circunstâncias dolorosas para me humilhar. Ele me rebaixou vários níveis em minha própria avaliação.
Sabe de uma coisa? Ser humilhado dessa maneira foi a melhor coisa que me aconteceu. [5]
Não foi fácil, mas valeu a pena. Ele continua:
Hoje tenho novas formas de ver a graça em outras denominações e ministérios. Posso aprender mais facilmente com outras pessoas, em vez de sentir a necessidade de ficar na defensiva, mostrando por que estou mais certo do que elas. E estou mais pronto para oferecer graça e compreensão àqueles que, assim como eu, ainda estão no caminho.
Quando tivermos sido tratados —  o pai sabe como lidar com cada filho , saberemos não apenas o momento de falar e calar, mas também como falar. Nossas palavras serão um reflexo de um coração amoroso e a humilde. Além disso, saberemos ouvir. Ouvir o outro e reconhecer que podemos aprender com ele. Não será uma fala fingida, nem fingiremos estar ouvindo.

Quando o crescimento espiritual não acompanha o intelectual

Grandes teólogos e líderes da igreja não lidaram com problemas teológicos e doutrinários levianamente. Eles "dedicaram enorme esforço espiritual a tais questões, e por trás disso tudo estão experiências espirituais concretas" [6]. Thielicke diz que "o estudo de Teologia muitas vezes produz crianças crescidas cujos órgãos internos ainda não acompanharam o crescimento externo. Isso é característico da adolescência" [7]. 

Thielicke quer dizer que aquilo que o jovem teólogo apreende intelectualmente sobre uma área de estudos muitas vezes não acompanha o seu crescimento espiritual nessa área. Em que isso implica? O jovem pode elaborar uma pregação impecável sobre Lutero, e ainda assim não ser capaz de conhecer aquilo que está pregando. Sua experiência é meramente conceitual. Ele tem uma percepção daquilo que Lutero adquiriu por experiência própria. Ele assume uma identificação ilegítima com Lutero ou qualquer outro teólogo. Há a ilusão de que o conhecimento intelectual consiste em experiência e fé genuínas.

Essa fase não se trata de uma doença espiritual, é apenas uma fase de crescimento. É preciso apenas esperar, amadurecer. Enquanto isso não acontece: silêncio. O conselho de Thielicke é o seguinte:
É um erro colocar à frente da igreja para ensinar alguém que acaba de entrar nesse estágio. Ele já passou da fase de inocência que, como todo jovem, deve ter vivido. Mas ainda não atingiu aquela maturidade em que será capaz de absorver em sua própria vida e reproduzir com a vitalidade de uma fé pessoal as coisas que compreende intelectualmente e que lhe são acessíveis pela reflexão. Precisamos ter paciência e esperar. Por essas razões, não permito sermões de jovens teólogos do primeiro semestre, embrulhados em suas togas como em fraldas. É preciso saber ficar calado. No período formativo na vida do estudante de Teologia ele também não prega. [8]
Conclusão

Quando precisamos nos calar, nem sempre é fácil enxergar isso. Para percebermos essas ocasiões, em primeiro lugar, eu diria que a autoanálise é importante: chegar ao fim do dia e perguntar a si mesmo se suas palavras foram movidas por amor e compaixão; questionar a si mesmo se sua experiência espiritual acompanha a intelectual. 

Em segundo lugar, não pare na autoanálise. Nós, igreja, somos um corpo com muitos membros. Acompanhe cristãos mais maduros e peça para que eles lhe ajudem a enxergar como tem sido suas atitudes, se elas têm sido reflexo de um coração humilde. Peça para que te ajudem a experimentar aquilo você apenas entende com o intelecto.

O tempo de calar poderá parecer incômodo, muitas vezes, mas ele passa, pois chegará o tempo de falar.

Referências

[1] THIELICKE, Helmut. Recomendações aos jovens teólogos e pastores. São Paulo: Vida Nova, 2014. p. 33.

[2] HARRIS, Joshua. Ortodoxia Humilde. São Paulo: Vida Nova, 2013. p. 66.

[3] THIELICKE, Helmut. op. cit., p. 35.

[4] WILLARD, Dallas. Vivendo na presença de Cristo. São Paulo: Editora Vida, 2016.

[5] HARRIS, Joshua. op. cit., p. 67

[6] THIELICKE, Helmut. op. cit., p. 24.

[7] Ibdem, p. 26.

[8] Ibdem, p. 27.